quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Blog 5 - CMMI nível 2


CMMI nível 2

Objetivos

O pricipais objetivos são a documentação do software para planejamento e rastreamento do projeto de software e documentação de atividades e compromissos do projeto de software.

Papéis e responsabilidades para os diferentes processos.

Declarações aprovadas e documentadas de trabalho para o projeto de software que incluem: escopo de trabalho, objetivos técnicos, identificação de clientes e usuários, custo e programação de restrições e objetivos e dependências entre o projeto de software e outras organizações. Onde os responsáveis são: gerente de projetos, gerente de projeto de software e outros grupos afetados. Estes trabalhos são gerenciados e controlados.

Planejamento de desenvolvimento de software que incluem por exemplo: trabalhos para entrega de produtos externos à clientes ou usuários, trabalhos em produtos para outros grupos de engenharia. As responsabilidades para estas atividades são divididas entre os gerentes de software.

Adequar recursos e fundos para o planejamento do projeto de software como exemplos: planinha de programas, modelos de estimação e planejamento de projeto. São adequações individuais para aplicações do domínio do software que são disponíveis para o plano desenvolvimento, como ferramentas suporte.

Principais artefatos a serem produzidos durante o ciclo de vida do projeto.

* Participação do grupo de engenharia de software na proposta de projeto da equipe.
* Iniciar os estágios de planejamento e projeto de software com antecedência e em paralelo com o planejamento geral do projeto.
* Predefinir estágios do ciclo de vida do software
* Desenvolver o plano de desenvolvimento do projeto de software de acordo com os procedimentos documentados.
* Documentar o plano para o projeto de software
* Estabelecer e manter o controle do projeto de software
* Estimar se o software pode ser entregue de acordo com os procedimentos documentados.
* Estimar se os recursos críticos do projetos são entregues de acordo com os procedimentos documentados.
* Avaliar os riscos associados com o custo, recursos, cronograma e aspectos técnicos do projeto que são identificados, acessados e documentados.
* Armazenar dados do planejamento de software.


Principais repositórios de dados e documentos a serem utilizados pelo projeto.

Toda a documentação desde o inicio do planejamento do projeto.

Referência:

http://www2.umassd.edu/swpi/sei/tr25f/tr25_l2b.html

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Blog 4: Diferenças entre ITIL v3 e V2



ITIL V2 X V3

ITIL é um conjunto de boas práticas que consiste em uma série de livros para guiar, prover qualidade e gerenciar e suportar os serviços de TI. O ITIL foi desenvolvido para ajudar as organizações a lidar com grande a necessidade de serviços de TI de alta qualidade da qual dependem.

O ITIL provê um sistemático e profissional método para o gerenciamento dos serviços de TI oferecendo um guia aos usuários e uma grande quantidade de benefícios que incluem: redução de custos, melhoria nos serviços de TI através de um aconjunto de boas práticas, melhoria na satisfação dos clientes através de um "manual" de serviços de entrega, padrões e guias, melhoria na produtividade, melhoria do uso de habilidades e esperiência e melhoria de entrega dos serviços terceirizados.


A versão 2 do ITIL apresentou 8 livros com a seguintes abordagens:

1. Entrega de Serviços

2. Suporte de Serviços

3. Gerenciamento de Infraestrutura

4. Gerenciamento de Segurança

5. Perspectiva de Negócios

6. Gerenciamento de Aplicações

7. Gerenciamento de Validação de Software

8. Planejamento para Gerencia de Implementação de Serviços

O ITIL em sua versão 3 publicada em maio de 2007, fornece os cinco volumes chave:

1. Estratégia de Serviços

2. Projeto de Serviços

3. Transição de Serviços

4. Operação de Serviços

5. Melhoria Contínua de Serviços

A principal diferença é que a versão 3 manipula a relação entre os negócios e TI de forma muito mais clara que nas versões anteriores. Ao invés de focar apenas nos processos como na versão 2, a versão 3 considera uma larga visão de TI pelo ciclo de vida do serviço desde de seu plano inicial, que deveria estar alinhado com com as necessidades de negócio.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Trabalho Bimestre 1: Implementação do BSC na 7-Eleven Japan


Modelo de BSC de TI e de negócio desenvolvido com base no estudo de caso da empresa Seven-Eleven Japan.

Alunos:

Davi velo de toledo
Ricardo Cezar Bonfim Rodrigues

Olivier Boudou

O trabalho esta disponível em versão PDF em:
http://rikardocezar.googlepages.com/BSC_7E.pdf

Blog 3: Catálogo de Serviços da Konica Minolta


Serviços de TI oferecidos:

Soluções completas em imagens para negócio, impressão e de produtos industriais que incluem:

  • Análise de fluxo de dados (controle de dados na rede entre vários dispositivos)
  • Hardware (disponibilização e suporte de equipamentos como impressoras, scanners entre outros)
  • Software (Prover e suportar soluções de software e atualizações)
  • Customização (Prover soluções particulares para diferentes negócios)
  • Integração (Integrar a soluções da Konica com o sistema atual da empresa )
  • Treinamento (Capacitação de usuários para utilização do sistema)
  • Suporte contínuo (Fornecer suporte técnico ao usuário no uso das soluções da Konica no dia-a-dia)


Clientes:

Pequenas e grandes corporações que necessitam de serviços ou produtos quem utilizam imagens, desde impressoras até cameras digitais industriais.

Valores desejados para os clientes:

Os clientes da Konica esperam serviços e produtos de qualidade que atendam as suas necessidades com imagens. Eles compram o serviço pois confiam na qualidade de suporte contínuo e rápido fornecido pela Konica.

Níveis de Serviços:

Criar níveis de serviços dentro dos serviçoes de TI faz parte das políticas e padrões para governança. Cada membro da equipe deve ser delegado a tarefas específicas, por exemplo, na implementação do sistema de rastreamento de serviços móvel da Konica, os técnicos não podem instalar as ferramentas nos dispositivos utilizados para gerenciamento do serviço, eles devem requisitar esta tarefa a seus gerentes. Ações como esta garantem maior confiabilidade e atribuem responsabilidades a pessoas específicas.

Custos e Modelo de Cobrança:

A Konica presta serviços e suporte sobre seus produtos. A organização procura otimizar o tempo de suporte a seus clientes através de sistemas de rastreamento móvel dos serviços de suporte que estão sendo prestados. Este sistema fornece dados que facilitam a análise e facilitam a implementação de melhorias.

Blog 1: Operação Liderança


Gen. Peter J. Schoomaker
Fonte imagem: www.defenselink.mil

O general Peter Schoomaker, 53 anos, comandante da Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, acredita que conhecimento convencional militar, que atua de forma hierárquica e rígida, deve ser adaptado para as novas crises e conflitos do mundo. Segundo ele a sabedoria convencional é um ultrapassado, ineficaz e perigoso modelo de liderança. O exércitos, organizações que terão sucesso em suas campanhas, sejam elas comercias, militares ou qualquer que seja, serão aquelas que tiverem "soluções criativas em todas as circunstancias", diz Schoomaker. "Todos tem que saber como ser um líder."

As Forças de Operações Especiais (Special Operations Forces-SOF) são um exemplo de organizações militares que atuam em diferentes missões dos novos problemas mundiais. Um membro da SOF pode estar em qualquer lugar do mundo envolvido com conflitos étnicos, entrega de medicamentos, resgate de civis entre outros. Porém, como criar times de pessoas que podem atender os problemas em qualquer hora e qualquer lugar? Shoomaker provê um sofisticado arsenal de testes e método de ensino que resultaram em um nova versão de uma velha organização militar.

Focar sua Missão, Definir sua Identidade

"Nós temos que comunicar à nossa própria força, ao Departamento do Estado, ao Departamento da Defesa e o Congresso, como nós vemos as mudanças do mundo e como nos vemos nos adaptando a elas", diz o general Wayne Downing, 59 que serviu uma SOF de 1993 até 1996. As organizações devem se adaptar aos novos problemas e adotar novas estratégias, um exemplo é o modo que muitas organizações militares buscam para resolver conflitos nos dias de hoje, operando mais na tradição de Sun Tzu que diz, 'Vencer o inimigo sem lutar é o auge da habilidade'.

Pegar as pessoas certas, construir o time certo

Schoomaler já teve experiências com missões mal sucedidas e diz que no recrutamento devemos selecionar pessoas com as maiores probabilidades de sucesso", e então treiná-las, educá-las e avaliá-las. Esta avaliação deve ser constante, diz Downing, "Só porque você foi bem em uma missão passada, não significa que sua capacidades seriam suficientemente aceitas para uma nova missão". As pessoas que não estão aptas não devem fazer parte da missão e aquelas que participarem devem estar conscientes das consequências que existirão caso elas falhem.

Ser um líder, demonstrar liderança

Segundo Shoomaker, liderança tem tudo a ver com lidar com mudanças. Liderar significa convencer pessoas a fazerem coisas que não fariam e torna-las dispostas a enfrentar estes problemas. Para avaliar-los é necessário uma série de experiências onde elas possam demonstrar se são capazes de prover liderança, resolver problemas, desenvolver atividades em grupo ou sozinha e lidar com situações de caráter moral. A avaliação da SOF antes de uma missão é colocar os membros sobre condições "stress" físico e emocional, que são situações similares as que poderão enfrentar. Os candidatos geralmente estão desprovidos de comida e sono, além de serem assistidos e analisados por membros experientes e psicólogos.


Fonte Imagem: www.baseops.net/militarybooks/

Ensinar a pensar e não o que pensar


Nos negócios nos deparamos com situações novas, muitas vezes não previstas, mas temos que resolve-las rapidamente contando com habilidades específicas. Não é possível prever todas as situações que enfrentaremos. Mas quais ações tomar diante de novas situações? É por esta razão que Shoomaker diz que devemos focar em ensinar nossas pessoas não só o que pensar, mas também como pensar. A SOF acredita que para criar líderes com habilidades de resolver problemas é necessário investir no desenvolvimento pessoal. Cada pessoa pode ter diferentes experiências, mas o objetivo e métodos de treinamento são os mesmos em todos os casos.

Manter os Valores Centrais

Ainda alinhado ao tópico anterior Shoomaker destaca a importância dos membros conhecerem os valores centrais de sua organização e dar as pessoas princípios que eles possam aplicar à qualquer situação. Para introduzir os princípios da organização Shoomaker oferece um conjunto de "regras" para a SOF como por exemplo:

  • Tome iniciativa. Não espere por respostas dos superiores.--porque eles raramente estarão disponíveis.
  • Espere o inesperado: Antecipe-se e prepare-se.
  • Planeje-se e prepare-se como se não houvesse regras.

Agir é a melhor maneira de aprender

Colocar as pessoas em missões simuladas, ambientes que simulem eventos inesperados e situações de incerteza é uma forma de exercitar a capacidade delas aprenderem. A SOF utiliza esta estratégia criando missões simuladas com senários planejados que incluem uma explicação do contexto geopolítico, para que as equipes possam entender todo o problema. O ambiente é configurado propositalmente para que possam ocorrer falhas . Após a simulação eles revisam as ações realizadas afim de encontrar erros e fazer perguntas como. 'Sabendo o que você sabe agora, o que teria feito diferente?'. Desta forma eles podem encontrar o que foi feito errado, e o que poderia ter sido feito para resolver o problema.

Tonar todos professores

A SOF pode ser considerada um exemplo de governança, onde os heróis são professores que treinam, inspiram e desenvolvem suas tropas, diferente dos velhos tempos onde prevalecia apenas a organização hierárquica atribuindo as conquistas a valores individuais e não ao conjunto.

Referência: http://www.fastcompany.com/magazine/27/operation.html

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Blog 2: Capacidades Essenciais de Feeny e Willcocks X Processos do COBIT

Este trabalho mapeia os processos do COBIT [1] nas 9 capacidades essenciais para Sistemas de Informação sugeridas por Feeny e Willcocks em Core IS Capabilities for Exploiting Information [2] e apresenta uma sucinta análise. Mapeamento Este mapeamento apresenta as nove capacidades essenciais de Feeny e Willcocks relacionados com processos do COBIT 4.1.

1. Governança & Liderança

Promover valores e prover motivação, orientação e recursos para uma equipe cumprir a sua missão.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

P04 - Definir os Processos de TI, Organização e Relacionamento.

- Estabelecer e implementar regras e responsabilidades de TI, incluindo supervisão e segregação de deveres.

ME4 - Prover Governança de TI

- Responder as necessidades de governança alinhadas com a estratégia de negócio. - Prover transparência e entendimento sobre Custos de TI, benefícios, estratégia, políticas e níveis de serviço

2. Pensamento Sistêmico dos Negócios

Compreensão das necessidades dos negócios e possíveis impactos que a TI pode trazer para os negócios.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

P01- Definir um plano estratégico de TI

- Ligar objetivos de negócio com objetivos de TI.

- Construir planos táticos e estratégicos de TI.

PO3 - Determinar Direção Tecnológica

- Definir um futuro e estratégico uso de novas tecnologias.

AI1 – Identificar Soluções Automatizadas

- Definir requisitos funcionais e técnicos de negócios.

- Identificar, documentar e analisar risco de processos de negócios..

3. Construção de relacionamentos

Construir e manter diálogos entre a área de TI e as outras unidades de negócios.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

P04 - Definir os Processos de TI, Organização e Relacionamento.

- Estabelecer estrutura organizacional, incluindo comitês e relacionamento de stakeholders e fornecedores.

DS7 – Identificar Soluções Automatizadas.

- Definir soluções automatizadas para funções de negócio.

4. Planejamento de Arquitetura

Planejar uma plataforma tecnológica que atenda as necessidades correntes e futuras do negócio e criar políticas que garantam a integração e flexibilidade dos serviços de TI.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

PO2 – Definir a Arquitetura da Informação.

- Criar e manter um modelo de informação.

- Utilizar modelos de informação, dicionário de dados e esquemas de classificação para planejar sistemas de negócios otimizados.

PO3 - Determinar Direção Tecnológica.

- Criar e manter planos de infraestrutura tecnológico.

5. Fazer a tecnologia funcionar

Prover capacidades para rapidamente analisar e resolver problemas e identificar e tratar necessidades de negócio não satisfeitas pelas soluções correntes.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

AI2 - Adquirir e manter aplicações de software.

- Desenvolver um plano de manutenção de aplicação de software.

- Desenvolver metodologias e processos para gerenciar aplicações.

AI3 - Adquirir e manter infraestrutura tecnológica.

- Definir Estratégias e planejar manutenção de infraestrutura.

AI4 - Habilitar operação e uso.

- Desenvolver suporte técnico e documentação para operações e para o pessoal.

- Desenvolver manual de procedimentos para o usuário final.

DS4 - Garantir continuidade de serviços.

- Desenvolver e manter planos de continuidade de TI.

- Planejar e conduzir treinamento de TI continuamente.

DS5 - Garantir segurança dos sistemas.

- Definir e manter um plano de segurança de TI.

- Definir, estabelecer e operar um processo de gerenciamento de identidades (contas).

DS10 - Gerenciar problemas.

- Identificar e classificar problemas.

- Resolver problemas.

6. Aquisição bem-informada

Gerenciar a estratégia de fornecimentos de serviços de TI de modo a melhor atender o negócio.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

PO5 - Gerenciar os investimentos em TI.

- Identificar, comunicar e monitorar investimentos de TI, custo e valores para os negócios.

AI5 - Adquirir recursos de TI.

- Desenvolver contratos que protegem os interesses da organização.

DS2 - Gerenciar serviços de terceiros.

- Identificar e categorizar relações de serviços de terceiros.

7. Facilitação de contratação

Garantir o sucesso dos contratos de serviços de TI.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

DS2 - Gerenciar serviços de terceiros.

- Calcular longos termos de relações de serviços para todos os stakeholders.

8. Monitoramento de contratos

Monitorar o estado dos contratos, corrente e futuro e garantir que o negócio está protegido.

Mapeamento (COBIT)

Atividades

ME2 - Monitorar e avaliar controles internos.

- Monitorar e controlar Atividades de controle de TI interno.

- Monitorar os processos operados por terceiros.

ME3 - Garantir conformidade com requisitos externos.

- Definir e executar processos para identificar requerimentos legais, contratuais e políticas.

9. Desenvolvimento de fornecedores

Maximizar a contribuição dos fornecedores correntes.

Mapeamento (COBIT)

Objetivo

DS2 - Gerenciar serviços de terceiros.

- Garantir satisfação mútua entre as relações com terceiros.

Considerações Finais

Os processos do COBIT estão agrupados na seguintes categorias:

· Planejar e Organizar

· Adquirir e Implementar

· Entregar e Suportar

· Monitorar e Avaliar

Após o mapeamento foi possível observar que o COBIT é mais específico com parte de "Adquirir e Implementar" já que poucos processos puderam ser mapeados no modelo de Feeny e Willcocks . Porém as 9 capacidades apresentam a parte de contratação e gerenciamento de serviços de terceiros bem detalhada. De uma forma Geral o COBIT pode ser melhor aptado para TI nos negócios devido ao seu nível de detalhamento comparado ao modelo de Feeny e Willcocks.

Referências

[1] Cobit 4.1, Governance Institute, 2007

[2] Feeny, David F., Willcoks, Leslie P., Core IS Capabilities for Exploiting Information Technology, Massachusetts Institute of Technology, Volume 39, Number 3, 1998.